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Participe das consultas da Comissão para Equidade de Gênero do CAU

Comissão é fruto da adesão do CAU/BR à WEP da ONU Mulheres

A Comissão para a Equidade de Gênero (CTEG) do CAU/BR, instituída por meio da DPOBR nº 0089-11.2019, é iniciativa decorrente da adesão do CAU/BR à plataforma Women Empowerment Principles (WEP), criada pela ONU Mulheres e o Pacto Global, por meio da qual o Conselho assumiu publicamente o compromisso de promover a equidade de gênero em todas as suas instâncias organizacionais e em seu relacionamento com a sociedade. A CTEG será responsável por produzir e encaminhar proposta de Política do CAU para a Equidade de Gênero, com recomendações de ações para a sua operacionalização e atualização periódica em rede, envolvendo atores em todo o território nacional. 

 

Diagnóstico sobre gênero na arquitetura

Como primeira ação, a CTEG deliberou por lançar um diagnóstico público, visando a construção coletiva da pauta das mulheres para a superação dos desafios do exercício da arquitetura e urbanismo. Gostaríamos de contar com a sua colaboração com essa iniciativa.

LINK PARA CONSULTA PÚBLICA
(1º diagnóstico sobre gênero na Arquitetura e Urbanismo)

 

Equidade na formação

A Comissão também está realizando, com o apoio da Federação Nacional de Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil (FeNEA), um questionário sobre Equidade na Formação Profissional e gostaria de contar com a sua colaboração. São apenas poucas perguntas anônimas que nos ajudarão a levantar o perfil dos estudantes e das estudantes de Arquitetura e Urbanismo. Essa informação servirá como subsídio para elaboração do nosso produto final, a Política Para a Equidade de Gênero no CAU, bem como para a nossa campanha de sensibilização do mês de março.

LINK PARA CONSULTA PÚBLICA
(Equidade na Formação Profissional)

 

2 respostas para “Participe das consultas da Comissão para Equidade de Gênero do CAU”

  1. Euller disse:

    Me perdoem, mas a Lei já garante que todos os cidadãos são iguais perante a lei…

    E eu desconheço uma profissão que seja tão amplamente dominada pelas pessoas do sexo feminino e por profissionais homossexuais, que a arquitetura…

    Qual a razão desta matéria?

    • CAU/MG disse:

      Caro Euller.

      A lei rege a igualdade, mas não garante. E no caso da presença feminina na arquitetura e urbanismo, é uma presença quantitativa. As consultas públicas para equidade de gênero são exatamente para fazer um diagnóstico sobre o cenário atual, tanto do ponto de vista da mulher, quanto do homem e homossexuais.
      Inclusive, o convidamos a participar de ambas as pesquisas. É uma construção coletiva.

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